HUGO MILHANAS MACHADO

20.3.14

Um poema em Bilbao


Recordação fotográfica da Bicio Racing Team após a conclusão dos 115 Km da Bilbao-Bilbao do passado domingo. Deu um poema que eu tenho no caderno mas que se calhar só noutros anos poderá morar, quando dos quatro ferros das bicicletas a gente ainde conserve aventuras. 

13.3.14

A bola dos animais ou La bola de los animales

"En Sevilla, dijo, adivino el aire libre en el palacio, le rompo la frase me va a gustar el palacio. Dejad pasar, que traigo yo la música. Me gusta la frase y vengo a declarar mis libertades y quiero montañas navíos de espuma. [cont.]" A ler, aqui, em entrada na web das "Ciudades esqueleto" (Espanha), com selecção de textos de Emily Roberts e María Mercromina. 

6.3.14

Ardiendo está mi nombre


Leopoldo María Panero (1948-2014)

4.3.14

Like any mother you may know


Katie Melua, "I Will Be There"

Passar na rua e viver connosco, a zona que dói quando passamos e só queremos viver connosco. Eu vou confiar em quem lá está, mexo o meu ombro no teu, meto ferro nas aventuras, a gente vai lá estar. 

28.2.14

Fala radical

Vai dizer
tem o ar montado
em definir por dentro

As artes à mão
a mão puxa e arrasta o ombro
é que ainda fala o que falava e também vibra 

Queremos adivinhar na sobra
confirmar ter entendido o efeito
levar a boca para casa

De "Onde fingimos dormir como nos campismos", 2014.  
Também aqui

26.2.14

Fala radical mas é apenas poema na Enfermaria 6

Da série "Onde fingimos dormir como nos campismos", em nova entrada na Enfermaria 6, aqui. Se fala radical "Vai dizer / tem o ar montado / em definir por dentro". Mais poemas publicados na Enfermaria 6 na seguinte ligação

25.2.14

"Uma quadra", novo poema em NUM SÓ GRITO

A ler por aqui, esse tal pau na quadra levantado.

22.2.14

"A letra é um trabalho", na web de NUM SÓ GRITO

Primeiro poema de nova série inédita publicado na web do projecto Num Só Grito (coordenado por João Guerreiro), "A letra é um trabalho", seguido de variação espanhola, aqui. A acompanhar os poemas, fotografias de Vítor Dias

20.2.14

Um bruto gig no céu, Kerouac - Beady Eye

"The gig in tke sky", novo texto na coluna "Perder canciones" da Síneris - Revista de Musicologia, cujo #16 se acaba de publicar. Da frase de Kerouac ao refrão dos Beady Eye, esse "the beat goes on" que perdura sempre connosco. A ler, aqui

13.2.14

Num só grito - alguns poemas

A sair nos próximos dias, por cortesia de João Guerreiro, coordenador do projecto NUM SÓ GRITO, alguns poemas inéditos acompanhados das respectivas variações em castelhano. A seguir por aqui

12.2.14

Mi querida bicicleta (ed. La Biciteca, 2014)


A livraria La Biciteca estreia-se na edição em nome próprio com esta nova impressão de um clássico de Miguel Delibes e da literatura de natureza velocipédica. Com ilustrações de Luis de Horna, a reedição de "Mi Querida Bicicleta", primeiro volume da colecção Re-Ciclados, será apresentada na Livraria Hydria de Salamanca, no próximo dia 13 de Fevereiro, às 19h30. Mais informação, aqui.  

5.2.14

"Fibra do anjo", poema novo, na Enfermaria 6

Novo poema na Enfermaria 6. Desta vez, na fibra do anjo, aqui

4.2.14

A terra do meu regresso

Título de um novo poema publicado na revista Enfermaria 6, a ler aqui. Do conjunto inédito Onde fingimos dormir como nos campismos.    

28.1.14

A camisola dos poemas


Eis o maillot para 2014 da BICIO RACING TEAM, prestes a ser estreado em estradas e caminhos um pouco por toda a Península Ibérica. Autêntico ciclismo amateur, compromisso panache, a camisola dos poemas. Com o apoio de La Biciteca, Mum's Hand e Projectxu. #BicioRacingTeam 

30.12.13

As coisas de Peniche

Escrevi há uns anos atrás um pequenino poema, "O amor é português", publicado em 2010 no livro "As junções" (Artefacto Edições), que dizia:

Depois bate fundo o mar
ali onde as pedras encostam
e há anos sobravam as pedras
pedras redondas ao sol

Era tudo um bocado exagerado, mas hoje apercebi-me, ou intuí, em manhã de curva final do ano, balanço também meloso, que o amor se calhar também é penicheiro, que o amor é do mar em Peniche. Pela mesma altura daquele poema, não muito longe, escrevi "O espanhol", último poema da série "20 E TANTAS BUCHAS COM PIRATAS", publicado em "Uma pedra parecida", já este ano, pela Do lado esquerdo. Nele leio:

Bem parado
já não me torna
aqui o mar

Vou à praia e
recolho umas pedras
que se vão deixando
lá por casa
mas não ligo

O mar por vezes chega
eu amarrei nele com força
mas aquilo foi-se esfrangalhando
e é só isso


E depois recordo um terceiro poema, mais antigo, sobre a praia do Molhe-Leste, publicado em "Clave do mundo" (Sombra do Amor - Edições, 2007), mas não o tenho já presente. 

12.12.13

Dia dos anos


Camané, "Adeus Que Me Vou Embora" 

Dia dos anos



Beady Eye, "The Beat Goes On"

11.12.13

"Convergências", poema novo, na Enfermaria 6


"Passa a tua mão abrigada / falo de cheiros luzes espalhadas / digo que arranjas com ferros o mar", remate de poema novo publicado na Enfermaria 6. A ler, aqui

8.12.13

Da madeira das vozes


No novo número - o 14 - da SÍNERIS - REVISTA DE MUSICOLOGÍA, um texto mais na coluna "Perder canciones", desta voz à volta das minhas mais generosas vozes de mulher, vozes de madeira. A ler, aqui