HUGO MILHANAS MACHADO

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19.6.11

Évora-Fès-Évora

A seguir, no blogue de Benjamin Machado, "Em cinco dias Évora-Fès-Évora fiz", diário de uma viagem a Marrocos, que o autor tem vindo a publicar de forma faseada (até ao momento, totalizam doze partes). Permita-se-me reproduzir a apresentação ao texto, postada a 6 de Junho último.

apresentação de "Em cinco dias Évora-Fès-Évora fiz"  
          
          como um amigo, que já não vejo há muito tempo - conheci-o nos primeiros tempos da universidade - ficou interessado num pequeno diário de viagem que escrevi, depois de ter conversado com a cris, pedindo para o ler, começarei aqui, aos poucos e poucos, a postá-lo.
trata-se da minha segunda viagem a Marrocos, desta vez no banco de um jipe, na companhia da minha companheira de altura - S. - e de um amigo, meu encenador e com quem cresci como actor/performer - T.de F. - com o propósito de celebrar a passagem de ano de 2006-2007. Mais tarde foi apresentado/lido ao vivo numa actividade produzida pelo CEPiA, quando à quarta e quinta-feira desenvolvíamos projectos no Monte Alentejano. à quarta sucediam as narrações orais e de viagens, à quinta o BANG BANG/Tempo de Antena.
tem, decerto, um valor sentimental, mas afasta-se muito do valor literário, com que muitos diários são escritos, visando a edição. tem erros, muitos até. não pretende nada senão contar.


Continua no blogue donne moi ma chance.

7.5.11

Bilbao

Ontem anoitecia assim, em Bilbao, com a terra tocada a vento. Quase um ano depois, foi um grande prazer voltar a encontrar os alunos de português da Escola Oficial de Idiomas, desta vez para uma conversa sobre repúblicas, políticas, vontades populares. Insuperável, mais uma vez, o acolhimento da Marta e do Xavier. Agur!


29.4.11

Miranda de Ebro

Dia muito generoso, o de ontem, em Miranda de Ebro, com os alunos da Escola Oficial de Idiomas local, e suas respectivas professoras, Tania e Julia. Em conversa, os poemas de Abril, para Abril e por Abril, lembrando corações que não podiam ser - nem foram - adiados. Abril sempre, cantou a assistência, ao compasso da Grândola, quando já o sol descia para lá do Ebro. Muito obrigado a todos, e até breve, com um abraço amigo.



o rio Ebro, em Miranda, e um pássaro a passar despassarado

21.4.11

Vagamundos

Vão amigos em viagem, repondo caminhos, a imaginação que se juntava nas letras, tantas letras que ainda temos cada um de nós em caderno pretos, anos depois, estes que entretanto passam e depois se transformam em números, mais nada, contamos, juntamos, lembramos, recordamos os amigos, formas de sentar, de sorrir, maneiras a chorar, guitarras batidas, tintas vermelhas nos papéis. Tenho frases ao pé da boca, levo-as comigo, e toco aquelas músicas que um dia montámos com cervejas pretas geladas num balde, recordo.

18.4.11

À Saída do Delta

O antebraço dela
Vai na curva menor
Fechar-se no dele.
À saída do delta.

Agarra-lhe o pulso.
Mal se tocam, na rua
Separados talvez por
Uma geração ou duas.

Gil de Carvalho, Viagens (1978-2008), Assírio & Alvim, 2008, p. 267.