Dou pela última segunda-feira do ano pela televisão, em concreto no boletim meteorológico da TVE 24h, e afinal foram muitas. Não parecia, ao início, e eu bem me lembro. Tinha um plano para o ano, tinhas vários planos aliás, e muitos fracassaram. Não todos. Lembro-me disso, lembro-me de escrever muitas coisas para uma data de dias e também, como não, para muitas segundas-feiras. E não foi longe daqui, a uma dúzia de metros, num dia destes. Tenho cadernos, tenho canetas, tenho o plano, provas: do que deu mais ou menos certo e do que afinal nada. De uma terra a outra a outra e a outra e de novo aqui, sem paragens. Não se está sossegado. A roupa já não fica grande, há muitos anos que não sobra, só está mais gasta. Ainda serve. Se calhar foi nestas calças, a camisola não, que é nova. O plano, o programa, a disposição para um ano inteiro que como a gente diz cada vez parece acabar mais depressa, e mais outro, mais outro.
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27.12.10
26.12.10
Boxing Day
Últimas leituras do ano, na cabana, ao lado da cama: "Dubliners", de James Joyce; cadernos de há sete e oito anos; revista "Ciclismo a fondo" (número de Janeiro). E o Man Utd que ao intervalo do desafio frente ao Sunderland já se deve pelos menos três golos. Ganha 1-0.
21:45
À volta da mesa alguém pergunta a que horas se janta. Se se abrem depois os presentes, e se afinal só estamos nós. Se assim na mesa está bem, claro que sim, cabemos todos, como sempre, e poucas vezes mudamos os nossos lugares. O bacalhau era bom mas está frio.
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