Spoken word exercício: Bandolero + Laboratório Performativo de Língua Portuguesa de Salamanca. La Malhablada, Salamanca, quarta-feira 25 de Março, 20h30.
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21.3.15
11.12.14
Da casa das conchas
Recorte da sessão de ontem na Casa de las Conchas de Salamanca, com Lina Rodríguez Cacho e João Guerreiro; assim se falou sobre Onde fingimos dormir como nos campismos; e quase à mesma hora, na web da Enfermaria 6, este texto de Rui Alberto Costa em que se mete no livro, monta lá a tenda, dispõe cadeiras, senta a malta, cumprimenta, faz o falar dos campismos:
9.12.14
Leitura para "Poema diz" (#OFDCNC)
Assim lê Rui Zink o poema assim intitulado, "Poema diz", o tom do livro, as maneiras das tendas (foto via perfil Facebook do autor), as coisas nos campismos.
7.12.14
Leitura para "Uma estrela igual" (#OFDCNC)
Bonita maneira de entrar no poema, esta ao lado de "Uma estrela igual", na página brasileira Letras in.verso e re.verso.
23.9.14
Bolaños
Arrumo cadernos, apontamentos dispersos, sublinhados de leitura nos livros de Roberto Bolaño, marginalia, glosas. Reponho visualmente alguns dos volumes dispostos na estante, e a ordem é a seguinte:
Amberes - Outubro 2009, Salamanca
2666 - Outubro 2009, Salamanca - Covilhã
Amuleto - Novembro 2009, Salamanca
Los detectives salvajes - Dezembro 2009, Salamanca - Peniche
Las putas asesinas - Janeiro 2010, Salamanca
Estrella distante - Fevereiro 2010, Salamanca
Entre paréntesis - Março 2010, Salamanca
Llamadas telefónicas - Abril 2010, Salamanca - Bilbao
Nocturno de Chile - Maio 2010, Salamanca
Tres - Junho 2010, Salamanca - Zamora
El Tercer Reich - Julho 2010, Salamanca
Los perros románticos - Julho 2010, Salamanca
El gaucho insufrible - Setembro 2010, Salamanca
Monsieur Pain - Outubro 2010, Salamanca - SudExpress Hendaye - Lisboa
La literatura nazi en America - Novembro 2010, Salamanca
La pista de hielo - Janeiro 2011, Salamanca
Los sinsabores del verdadero policía - Janeiro 2011, Salamanca
Una novelita lumpen - Fevereiro 2011, Salamanca
La universidad desconocida - ainda
Ou mais ou menos isto, às vezes uns sobre os outros. De qualquer forma, o elenco não deve fugir muito à minha sintaxe pessoal de Bolaño: uma trajectória torta, toda ela póstuma e lutuosa, lendo cada livro a olhar para o lado, e evitando certas reverberações portuguesas (sim, traduções, comentários), mais não seja porque gosto de histórias, e que as suas palavras falem por si mesmas, e em si mesmas, se são capazes, e estas são. Soberanas e pobres, ruborizadas. Revejo as últimas páginas de 2666, com a Serra da Estrela ao alto; a profundíssima emoção num pequeno parágrafo de Amuleto, o de "estaban cantando"; uma tarde na piscina dividida com Udo Berger e os seus wargames; as últimas linhas de Pain, no comboio de volta a Espanha. A porta de entrada nessa definitiva universidade desconhecida e do primeiro sol de toda a Península Ibérica, o de Blanes, Catalunha.
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| Roberto Bolaño |
20.2.14
Um bruto gig no céu, Kerouac - Beady Eye
"The gig in tke sky", novo texto na coluna "Perder canciones" da Síneris - Revista de Musicologia, cujo #16 se acaba de publicar. Da frase de Kerouac ao refrão dos Beady Eye, esse "the beat goes on" que perdura sempre connosco. A ler, aqui.
13.11.13
Quarta-feira 13, na Casa de Las Conchas de Salamanca
Fotografia de Henry Diltz
Por ocasião do XX Aniversário da Biblioteca Pública de Salamanca, Casa de las Conchas, leitura de poemas com Andrés Catalán, a partir das 19h00, na secção de poesia da biblioteca. Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013. Programa completo, aqui.
21.10.13
21/10, leitura de poemas nos comboios. Ponto de encontro: fachada da Estação de Santa Apolónia, 20h00
Segunda-feira, 21 de Outubro, 20h00
Estação de Santa Apolónia, Lisboa
Encontro ferroviário para leitura de poemas
de "Uma pedra parecida" (do lado
esquerdo, 2013). Na Estação de Comboios de Santa Apolónia, Lisboa, pelas
20h00, ao lado das máquinas. Vale trazer umas buchas. Oportunidade, igualmente, para distribuir uma segunda impressão do conjunto ORLA (2012).
Mais informação, aqui.
Mais informação, aqui.
29.7.13
Ar do mar, por Paul Auster
"It was four o'clock in the afternoon when I took off my boots and felt the sand against the soles of my feet. I had come to the end of the world, and beyond it there was nothing but air and waves, an emptiness that went clear to the shores of China. This is where I start, I said to myself, this is where my life begins."
Moon Palace, Faber and faber, 1989, p. 298.
23.7.13
Leitura de "Uma pedra parecida", na DIVERGE
Recensão de Uma pedra parecida na DIVERGE Magazine, por João Batista, a 17 de maio de 2013:
[...] “Uma pedra parecida” é um livro absolutamente peculiar, envolvente, incapaz de se lhe ficar indiferente. E ainda só vou na parte da capa. Carreguei-o comigo durante uma semana para todo o lado, só pelo facto de exercer em mim uma qualquer força de atração que não sei explicar nem controlar. Pousava-o em cima da mesa de café mas não o lia. Antes, olhava-o de soslaio de tempos a tempos e lá estava o senhor da capa, a remar, e a olhar para mim com um ar absolutamente misterioso. A atmosfera antiga e artesanal do livro não poderia ter resultado melhor.
[...] “Uma pedra parecida” é um livro absolutamente peculiar, envolvente, incapaz de se lhe ficar indiferente. E ainda só vou na parte da capa. Carreguei-o comigo durante uma semana para todo o lado, só pelo facto de exercer em mim uma qualquer força de atração que não sei explicar nem controlar. Pousava-o em cima da mesa de café mas não o lia. Antes, olhava-o de soslaio de tempos a tempos e lá estava o senhor da capa, a remar, e a olhar para mim com um ar absolutamente misterioso. A atmosfera antiga e artesanal do livro não poderia ter resultado melhor.
Li-o, finalmente, numa noite. Reli-o noutra
e voltei a ler de seguida. Depois disso, abro-o pontualmente e ao acaso para
ler um ou dois poemas avulsos. Se o leitor procura por uma leitura fácil,
evidente, auto-explicativa, esqueça, este livro não é para si. Aqui há poesia
desconexa, poemas interessantes, conclusões pessoais, necessariamente por esta
ordem, não forçosamente num total de três leituras, pode fazer mais se quiser.
É um livro para ler e reler (se puder, pense entretanto). À primeira vista sem
sentido, à segunda com algum interesse, à terceira com identificação pessoal. É
assim o processo de leitura que recomendo para “Uma pedra parecida”. [...]
Vide texto completo, aqui.
23.11.11
Hu, hu, ... pouca-terra, pouca-terra
Na leitura d'As junções, segunda-feira passada na estação de Santa Apolónia, com Paulo Tavares, José Pedro Moreira, Frederico Pedreira e Tatiana Faia, que faz a foto.
18.11.11
E uns poemas a ver comboios?
Vai ser isto. Sessão de leitura flash de poemas d' As junções (Ed. Artefacto, 2010) na Estação de comboios de Santa Apolónia, linha Lisboa - Hendaye, segunda-feira dia 21, às 16h00. Mais ou menos ali, mas a esta hora, que às 16h30 arranca o comboio. Hora intempestiva, num lugar de passagem. Uma comboiada montada.
25.10.11
Um caminho no desfiladeiro
Todos los novelistas americanos, incluidos los autores de lengua española, en algún momento de sus vidas consiguen vislumbrar dos libros recortados en el horizonte, que son dos caminos, dos estructuras y sobre todo dos argumentos. En ocasiones: dos destinos. Uno es Moby Dick, de Melville, el otro es Las aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain.
Roberto Bolaño, Entre paréntesis. Barcelona: Ed. Anagrama, 2008, p. 269.
29.9.11
[A.P.]
animal lançado a seu rastro mais distante
ou miúda nua sentada no esquecimento
enquanto a sua cabeça partida vagueia chorando
em busca de corpo mais puro
Alejandra Pizarnik, Otros poemas (1959); versão minha.
ou miúda nua sentada no esquecimento
enquanto a sua cabeça partida vagueia chorando
em busca de corpo mais puro
Alejandra Pizarnik, Otros poemas (1959); versão minha.
28.9.11
Franny and Zooey [1961]
Apareceu hoje lá em casa, onde sempre esteve, ao lado de outros livros lidos na praia. Depois provamos o café, dizemos Franny e Zooey, picamos a tarte de maçã, está boa. O tempo é pequenino, e lembro-me de me perguntarem, na Ericeira: o que estás a escrever? A Bíblia, respondi.
J. D. Salinger
21.9.11
Limiar
Sem artifícios, a pedra
acende sua mancha sobre a praia.
Versos de Carlito Azevedo, colhidos do poema "Limiar", de Sob A Noite Física (Cotovia, 2001).
acende sua mancha sobre a praia.
Versos de Carlito Azevedo, colhidos do poema "Limiar", de Sob A Noite Física (Cotovia, 2001).
13.8.11
Um ritmo justo
"Words arrange themselves in sentences that seem to have a rhythm as honest as a heartbeat."
Escreve John Steinbeck, sobre casa nova, a Elizabeth Otis (Somerset, 1959; citado do prefácio de Elaine Steinbeck a The Pearl, Mandarin, 1995).
27.6.11
A cozinha literária
"Mi cocina literaria es, a menudo, una pieza vacía en donde ni siquiera hay ventanas. A mí me gustaría, por supuesto, que hubiera algo, una lámpara, algunos libros, un ligero aroma de valentía, pero la verdad es que no hay nada."
Roberto Bolaño, Entre paréntesis, 3ªed. Barcelona: Anagrama, 2008, p. 321.
24.6.11
Um salto no vazio
Roberto Bolaño, Entre paréntesis, 3ªed.. Barcelona: Anagrama, 2008, pp. 156- 157.
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