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21.1.15

Poetas de calendário


Eis a primeira folha do calendário 2015 da Bicio Racing Team. A lançar a bicicleta ao lado do bambi quem escreve estas linhas, há uns meses, no Campeonato de Espanha para Jornalistas e sector da comunicação. Com carácter solidário, todos os benefícios da venda do Calendário 2015 destinar-se-ão ao Projecto Padre Damián, de Cáritas Salamanca.   

5.8.14

Diários da Grandíssima

Série de crónicas sobre a 76ª Volta a Portugal em Bicicleta a acompanhar, diariamente, antes ou depois da etapa ou mesmo em corrida, na página facebook de La Biciteca - Portugal

20.3.14

Um poema em Bilbao


Recordação fotográfica da Bicio Racing Team após a conclusão dos 115 Km da Bilbao-Bilbao do passado domingo. Deu um poema que eu tenho no caderno mas que se calhar só noutros anos poderá morar, quando dos quatro ferros das bicicletas a gente ainde conserve aventuras. 

28.1.14

A camisola dos poemas


Eis o maillot para 2014 da BICIO RACING TEAM, prestes a ser estreado em estradas e caminhos um pouco por toda a Península Ibérica. Autêntico ciclismo amateur, compromisso panache, a camisola dos poemas. Com o apoio de La Biciteca, Mum's Hand e Projectxu. #BicioRacingTeam 

3.12.13

Uma biblioteca a pedal


A conhecer, desde Salamanca: La Biciteca, a pedal e para valentes, juntando o ambulante cheiro dos livros às ferragens das máquinas. Transcrevo: Dice la RAE que el sufijo -teca significa “lugar en el que se guarda algo; cajita donde se guarda una reliquia”. La Biciteca aspira a ser eso: Una cajita llena de tesoros. Habrá libros, películas, canciones, pintura, fotografía, ropa, bicicletas míticas, piezas exclusivas, accesorios...Y como la caja no tiene cerradura, estará abierta para que todo el mundo pueda aportar tesoros... o llevárselos! Também em blog, e no Facebook.

19.7.13

Panache


Etapa 19 do Tour de France do Centenário, daqui a uma hora. Hoje é dia de ver o correr das montanhas mais grossas, monumental o vibrar dos carbonos nas pernas dos ciclistas. E aquelas letras malucas pintadas nas estradas, inclinado o nome de todos eles, allez, allez. 

9.5.13

Wouter Weylandt (1984-2011), dois anos depois


WW 108 

Levantava os braços
no cruzar de terras
e passava primeiro
mas não ficava o nome

Wouter Weylandt
hoje já sabemos
e vou lembrar em cada joelho
uma tarde na Itália
lá de casa 

5.5.13

Com chumbo nos bolsos, por Ander Izaguirre

Plomo en los bolsillos - malandanzas, fanfarronadas, traiciones, alegrías, hazañas y sorpresas del Tour de Francia, de Ander Izaguirre (San Sebastián, 1976), numa edição Libros del K.O. (2012). De ciclistas e fantasmas, pedras e borrachas, do vinho e dos ribeiros nas serras de França, champagne, bronze no aço, e a pele curtida de viagens, montanhas assassinas, o bidon de Coppi ou de Bartali, as camisolas, todas as camisolas, as voltas nas voltas de mais de cem anos da Grande Boucle.

Info: web e twitter de Ander Izaguirre.

30.4.13

¡Bici! ¡Toro!, de Édouard de Perrodil

De Paris a Madrid em bicicleta, 1893, em máquinas de doze quilos de aço. Conta Édouard de Perrodil, poeta e jornalista, escoltado por Henry Farman, jovem campeão da época. Velocipedismo puro, brutal, correr veloz de todas as paisagens. 

¡Bici! ¡Toro! - Un poeta en bicicleta, Édouard de Perrodil. Madrid, InterFolio Libros, 2013.

8.4.12

As pedras de Tom Boonen

A 50 e alguns quilómetros do velódromo de Roubaix, azul curtido, lá foi ele, um cavalão em movimento, 53 dentes, à conquista da quarta pedra do Inferno do Norte. Tommeke, mão descalça, o mais rijo na Ronde Van Vlaanderen de há uma semana, herói de direito no pavé de Carrefour de l'Arbre.

(Um dia depois, fotografias à frente, dá para intuir a valentia naquele primeiro ataque, felino, no momento da junção dos grupos dianteiro e perseguidor. A gente não sabe - ou não sabia, ou não queria a corrida assim - mas naquele arranque suicida, com tanta pedra por diante, Tom Boonen, genial, emulando a máquina de Cancellara na edição de 2010, escangalha toda e qualquer táctica de corrida. Uma lição de panache.)

(A imagem repetida, uma e outra vez, é tremenda: Boonen e Terpstra, equipier da OPQS, ralentizando cadência ante o reagrupar forçado pelo esquadrão da Sky, liderado por Flecha; a indecisão do grupo de novo cabeça de corrida, olhos nas pernas, contagem de elementos, quem está e quem não está: corrida bloqueada. Boonen e Terpstra, a lo suyo, bicicletas para a frente. Cinco quilómetros volvidos claudica Terpstra - que concluirá quinto no Velódromo de Roubaix -, incapaz de seguir o seu líder; Tommeke aperta, 10, 25, 40 segundos de vantagem. Já ninguém o agarra.)

(10.04.2012. Repetem a prova logo à tarde. E se a 60 quilómetros da meta fingíssemos não saber que Boonen está prestes a rebentar e decidir a corrida?)

2.4.12

Os joelhos, as junções, mais carnes


Batendo, moendo pedra, no V Duatlo de Salamanca, há três semanas. Entrei nos últimos, mas lembrou isto, vento cara: já aí vou ver como é que se me vê aqui em baixo. Plato chico.

15.10.11

La classica delle foglie morte

Corre-se hoje o Giro di Lombardia, último grande monumento da temporada velocipédica, conhecido como a clássica das folhas mortas. Logrará Philippe Gilbert (primeiro classificado ranking UCI) a terceira vitória consecutiva? Como aperitivo, os espectaculares últimos quilómetros da edição do ano passado. 

12.9.11

O bisonte

Juanjo levantou-se e levou tudo à frente. Chamam-lhe Cobo, El Bisonte.

2.7.11

Uma aventura de 3431 km

Está hoje na estrada, de La Vendée a Paris. Viva Julho. Vive le Tour.

29.5.11

Contador x 6


D. Alberto Contador remata na meta da crono de Milan a sua sexta grande volta, depois de três Tours (2007, 2009, 2010), uma Vuelta (2008) e o Giro de 2008. O Canibal dos nossos tempos.  

23.5.11

Xavi Tondo [1978-2011]


Faleceu esta manhã, em Granada, Xavi Tondo Volpini, o homem que passou a sorrir na subida para o alto da Torre, na Serra da Estrela, numa Volta a Portugal (2007) que acabou por conquistar. Há poucas semanas vencia aqui mais perto a Vuelta a Castilla y León, e agrandava sonhos para o próximo Tour de França, prova para que se preparava por estes dias em Sierra Nevada. Acho que, mais do que qualquer vitória, camisolas amarelas, glórias, iremos lembrar o sorriso deste nobre lutador das bicicletas e das rampas mais inclinadas, que se nos vai aos 32 anos. Até sempre Xavi Tondo.


21.4.11

Huy

Philippe Gilbert fez ontem 500 metros no Muro de Huy que não dá tempo pra escrever isto, ele salta, Samu e Purito na roda, sobe nos crenques, estica, estica, mete buchas, pulso no limite, arranca, olha sobre o ombro, do outro lado, sorri, já ninguém vem, Gilbert vence em casa, atira o guiador, faz uma voltinha, braços no ar.


Gilbert (e Rodríguez lá em baixo a ver)

10.4.11

Inferno do Norte

Está na estrada a 109ª edição da Paris-Roubaix, com 197 corredores dispostos às pedras, entregues à épica, com 258 quilómetros pela frente no mais profundo elogio velocipédico. Temos a tarde feita.