23.7.13

Leitura de "Uma pedra parecida", na DIVERGE

Recensão de Uma pedra parecida na DIVERGE Magazine, por João Batista, a 17 de maio de 2013:

[...] “Uma pedra parecida” é um livro absolutamente peculiar, envolvente, incapaz de se lhe ficar indiferente. E ainda só vou na parte da capa. Carreguei-o comigo durante uma semana para todo o lado, só pelo facto de exercer em mim uma qualquer força de atração que não sei explicar nem controlar. Pousava-o em cima da mesa de café mas não o lia. Antes, olhava-o de soslaio de tempos a tempos e lá estava o senhor da capa, a remar, e a olhar para mim com um ar absolutamente misterioso. A atmosfera antiga e artesanal do livro não poderia ter resultado melhor.

Li-o, finalmente, numa noite. Reli-o noutra e voltei a ler de seguida. Depois disso, abro-o pontualmente e ao acaso para ler um ou dois poemas avulsos. Se o leitor procura por uma leitura fácil, evidente, auto-explicativa, esqueça, este livro não é para si. Aqui há poesia desconexa, poemas interessantes, conclusões pessoais, necessariamente por esta ordem, não forçosamente num total de três leituras, pode fazer mais se quiser. É um livro para ler e reler (se puder, pense entretanto). À primeira vista sem sentido, à segunda com algum interesse, à terceira com identificação pessoal. É assim o processo de leitura que recomendo para “Uma pedra parecida”. [...]

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