22.1.13

Col d'Aspin - um poema de bicicletas e cotovelos das montanhas

Manhã alta no cotovelo da montanha
sabemos de garganta esta pequena bicicleta
que nos pára sempre à mão e depois arranca
não importa se de verdade se engana
é só mais uma bicicleta que passa
e mata a solidão da gente aqui em pé

Manhã alta no cotovelo da montanha
uma alegria até bonita mas estranha
parece o dia ou não parece não
parece o dia em que fomos
no cotovelo da montanha
e desenrascar merendas e bandeiras