26.5.11

Braço de prata

Pernoitava por lá, a troco de uma cerveja gelada e um caldo verde com chouriço. Nos extremos. O barco saía aquela noite e só tinha um bilhete. Trocava o bilhete. Que não se importava. É por aqui, ainda dizia. Depois na outra rua à esquerda, a primeira casa. A tasca do Pintas. Mas você vem?, pode crer que vou, resolvo isto, dou uma volta e num nada sento-me consigo.