3.2.11

Kiss me

Esta é a parte da canção onde ela se deixa cair na voz, apanhando, dançando todo o espaço, líquido num copo, vinho doce, quente. Não me lembro do nome da miúda, mas recordo-a assim, uma miúda. Gramas a canção? Muito, mesmo. Não é nada a tua onda. Eu sei, mas gosto. Esta era a parte em que parava tudo, a gente lançava-se à frente, fazia redondos, tu, eu, agora os dois. Tudo isto na VH1, depois gravado em cassetes, beijos, beijos, beijinhos, sandes embrulhadas em prata, escudos contados para as bolas de berlim. Acho que nunca dissemos isto: obrigado, obrigado Sixpence None The Richer, isto foi o bom das nossas vidas.