Vi montanhas colossais, muros que tocavam o céu para depois se abrirem ao abismo, no abandono mais terrível. Levantei-me, prossegui. Vi campos parados no vento, a terra imóvel à passagem dos corredores, a dor, o silêncio. Só o corpo a bater, sem parar.
Timm Kölln, The peloton. London, Rouleur, 2010.
